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A parceria entre Kria e a DPR Construtora: um caso de sucesso

A parceria entre Kria e a DPR Construtora: um caso de sucesso

Ao analisar uma nova operação de crédito, rentabilidade, prazo e garantias são apenas parte da história. Quando o originador já realizou outras operações do mesmo tipo, existe também um elemento que passa a ser observável: o histórico até o momento.

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É o caso da DPR Construtora, cujo know how é no segmento Minha Casa Minha Vida.

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O CRI Origem é a oportunidade mais recente estruturada pela construtora em parceria com o Kria e chega ao público depois de uma sequência de operações que permite olhar não apenas para projeções, mas para o que efetivamente aconteceu até aqui.

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Nas operações da DPR realizadas por meio do Kria, já foram mais de R$10 milhões em volume emitido, com R$400 mil em juros já distribuídos aos investidores e 100% de adimplência nos pagamentos.

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A trajetória começou a ganhar escala com o CRI Caucaia II.

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Caucaia II: uma relação que pôde ser acompanhada ao longo de seis séries

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O CRI Caucaia II foi estruturado a partir da antecipação de 80 contratos de compra e venda do empreendimento Villagio Caucaia II, da DPR, transformados em lastro para a emissão dos Certificados de Recebíveis Imobiliários. A estrutura foi apresentada com cobertura correspondente a 130% do valor emitido.

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Mas um dos aspectos mais relevantes do caso de Caucaia apareceu com o tempo.

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Com grande adesão da nossa comunidade, em vez de uma única captação, o empreendimento retornou à plataforma em séries sucessivas. Isso permitiu que investidores e Kria acompanhassem tanto a evolução da operação quanto a resposta da própria base.

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Quando a sexta série chegou à plataforma, Caucaia II acumulava R$ 1,9 milhão captado e mais de R$ 85 mil em juros distribuídos.

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Passados 12 meses desde a integralização do capital, o empreendimento Villagio Caucaia II prosperou e está na fase final de liquidação, momento em que o principal é retornado aos investidores e o CRI é oficialmente encerrado.

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De Caucaia a Itapevi

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A parceria não ficou restrita a um único empreendimento.

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No CRI Itapevi, o Kria estruturou com a DPR uma operação lastreada nos recebíveis do Morada das Roseiras I e II, projetos do Minha Casa Minha Vida Faixa 1. A DPR é responsável pela execução integral das obras e detém o controle das SPEs do projeto, operando junto à Caixa Econômica Federal e ao sistema SIOPI, utilizado para medições e repasses do programa.

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Nos materiais disponibilizados aos investidores, o empreendimento já aparecia com avanço de obras, contrato de R$ 51 milhões com a Caixa e mais de R$ 30 milhões em recebíveis.

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Obras do projeto vinculado ao CRI Itapevi

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Itapevi também permitiu estruturar diferentes posições dentro de uma mesma operação, com classes sênior e subordinada e diferentes relações entre risco e retorno.

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Mais uma vez, houve adesão. Em 24 horas todos os títulos da oferta pública foram adquiridos, além de R$ 1,3 milhão captados em duas ofertas privadas, ambas com 100% de captação.

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O que esse histórico diz

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Nenhum histórico elimina o risco de uma nova operação.

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Crédito privado continua sujeito, entre outros fatores, ao risco de crédito, ao andamento dos projetos e aos prazos necessários para que os recebíveis sejam realizados.

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Mas ter um histórico em comum muda a quantidade de informação disponível para a análise.

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No caso de DPR e Kria, hoje é possível olhar para operações que passaram por diferentes etapas, para pagamentos efetivamente realizados, para projetos que continuaram avançando e para uma base de investidores que voltou a participar das novas séries.

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É nesse contexto que chega o CRI Origem.

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CRI Origem: o próximo capítulo

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A nova operação reúne cinco empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, que somam R$ 283 milhões em valor potencial de venda. A cota sênior oferece 21% a.a. de rentabilidade, prazo máximo de 24 meses e isenção de Imposto de Renda para pessoa física.

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Na estrutura, a classe sênior ocupa a posição prioritária nos pagamentos. Além disso, 50% da operação é composta por cotas subordinadas, formando uma camada de proteção adicional antes da classe sênior. O investimento mínimo é de R$ 5 mil. 

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O CRI Origem precisa, naturalmente, ser analisado por seus próprios méritos, riscos e características.

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Mas ele não começa do zero. Ele inicia com lastro no maior programa habitacional do Brasil, pulverizado em cinco empreendimentos e com track record de quem sabe fazer.

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Para o investidor, esse histórico não é uma promessa sobre o futuro, mas é informação adicional para tomar uma decisão mais bem fundamentada.

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[Conheça os detalhes do CRI Origem]

September 10, 2026

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